Os homens,diferentemente das mulheres, não se rendem às gentilezas femininas. Mais freqüentemente, ocorre o oposto.
Quando elas exageram nos seus cuidados, o cavalheiro se retrai. Em casos extremos, chega a se retirar da relação com sintomas agudos de claustrofobia.
Nada contra ser amável e generosa, só que as ofertas, para serem bem recebidas, exigem um contexto de simetria e reciprocidade. "Quando a esmola é grande, até o santo desconfia", diz o ditado popular, que também vale para o amor.
É possível que a mulher esteja proporcionando doses excessivas de amor e dedicação, mesmo que não seja em termos absolutos, basta que sua oferta seja um pouco maior do que a demanda do homem.
A mulher sabe que o amor, por se nutrir em fontes inconscientes e desconhecidas, tem premissas contraditórias.
Talvez o homem, contrariando toda a lógica, não queira ser amado e o que realmente pretende, é amar.
É possível que a mulher, centrada nas suas próprias emoções, ofereça tudo o que tem ao seu alcance, menos a oportunidade do homem amá-la, com suas próprias iniciativas.
O narcisismo masculino pretende que amada ria das suas piadas, se emocione com suas palavras, chore com sua música ou vibre fascinada com sua poesia.
O amor espontâneo e generoso que a mulher oferece, possivelmente não cumpre esse objetivo, porque expressa seu próprio desejo de amar e, sem saber, impede o homem de estabelecer sua própria batalha pessoal para ser amado.
Esse mal entendido se sustenta na idéia errônea de que amamos o mais fácil e conveniente, mas basta olhar ao redor para perceber que os grandes amores, os mais intensos e profundos, são os ilógicos, inconvenientes, quando não absurdos.
A própria mulher, quando se sente cortejada e admirada por vários homens, mais se dedica integralmente a um homem inconveniente, distante e evasivo.
Ela é uma prova viva de que os seres humanos precisam lutar pelo amor ,e nunca amam o que lhes é oferecido gratuitamente e sem batalha.
Se a mulher aceitar a hipótese, a partir de hoje deverá desaparecer da vista do homem e apontar sua artilharia amorosa para novos alvos, de preferência, ela própria.
Os homens amam mulheres que lhes permitem exibir seu talento guerreiro.
Por tudo isso, sugiro à mulher assistir a um filme antigo de princesas e cavaleiros,
dando atenção especial às cenas nas quais eles, com lanças e armaduras, se debatem pelo amor da princesa. Nos melhores filmes do gênero, elas rejeitam todos os esforçados combatentes.
Texto gentilmente cedido pela minha amiga Zali Garcez!
terça-feira, 5 de maio de 2009
quarta-feira, 29 de abril de 2009



Quem não lembra de algo, de alguém, ou simplesmente lembra de uma época, ao ouvir uma musica ou sentir um perfume? Eu por exemplo tenho varias.
Os anos 80 deixaram marcas profundas na turma que hoje esta na faixa dos 40/45, com certeza a década de 80 foi uma das mais marcantes do século XX, não desmerecendo as outras épocas, mas com certeza a de 80 foi o marco de muitas mudanças, mudanças em várias áreas. Foi nessa década que o jovem encontrou-se com ele mesmo, época onde o amor estava no ar e, se podia cortá-lo, era um sentimento quase palpável. Existia a violência, mas não essa violência desenfreada que vemos hoje, existia uma moderação, drogas existiam, mas não em tamanha profusão e, com tanta desgraça, existiam as guerras, mas entre dois países por uma faixa de terra sagrada, não por um misero barril de petróleo como agora.
Crise existia, sempre existiu, mas a cobiça desenfreada dos empresários e políticos era mais discreta, pois todos temiam as Forças Armadas e, sua “Rigidez” em defender a Pátria dos corruptos. Mesmo com a inflação a mil, tínhamos sempre uma mesada (ou não) aos fins de semana pra ir ao cinema, comprar um gibi...
Qual Cara que assistiu Dancy Days e, não usou suspensórios da ELLUS, com uma calça Lewis e uma camisa gola-alta a lá John Travolta? Qual Gatinha de 40 (hoje), que não usou uma Melissa de qualquer, uma blusinha colada pra ir na Discoteca sábado à noite? Quem não dançou ao som dos Bee Gees, Morris Albert, Pholhas, Jessé, Roberto Carlos (Detalhes)...?
.Quem de nós, não tirou um sarro gostoso em um cantinho escuro do jardim, ou não foi apaixonado (a) pelo (a) amigo (a) do pai ou da mãe pela (o) professora (or)? Tinha coisa melhor que juntar o pessoal e inventar uma festinha de ultima hora na casa de um de nós e, passar a noite dançando ao som de uma Radiola, tomando batida, ou outra bebida fraca? Esses mesmos adolescentes, com certeza assistiram desenhos e filmes, tiveram brinquedos, tomaram refrigerantes que marcaram e marcam de certa forma suas vidas.
Há os anos 80, quanta saudade. A vida continua vários desses adolescentes de ontem, são na sua maioria avôs e avós de hoje e, com certeza tem o maior prazer em falar e contar causos sobre essa deliciosa década aos seus filhos e até seus netos, pois eles (a maioria), adoram, principalmente quando mostramos a eles, que não tínhamos computadores e nem vídeo game e, assim mesmo nos divertíamos da mesma maneira, ou até melhor que hoje com todas essa parafernália tecnológica que “nos ajudam no dia a dia”. Com certeza a família era mais unida e existia uma maior interação entre todos da casa, pois durante a semana era apenas estudo e depois televisão, sendo que todos se reuniam frente a essa maravilha da tecnologia, mesmo que em P&B e, discutiam sobre quase tudo que assistiam, pois naquela época a programação era mais leve em todos os horários, tinham ainda os jogos, Batalha Naval, Cubo, Detetive, Genius...! Raras são essas Sensuais e Maduras Meninas, que não tiveram uma Suzy ou uma Barbie em suas vidas ou os Coroas Charmosos, que não tiveram ou brincaram com um do amigo, o famoso Boneco Falcon ou um Autorama?
Ter vivenciado aquele período, foi para a imensa maioria de nós a melhor experiência das nossas vidas, mas tem aqueles que agarraram-se a essa época e, não conseguiram ou não querem sair dela, como se ainda vivessem em pleno 1980/01/02/03...! Será saudável, nos agarrarmos assim e, fazer de uma época maravilhosa um modo de vida? Isso eu não sei responder, deixo para os Psicólogos (as) e Psicanalistas essa resposta, mas no meu pouco conhecimento de quase nada eu apenas me reservo ao direito de achar que seja apenas uma prova de muito AMOR a uma Espetacular Época!
Como esquecer essa Década, ou não lembrar-se dela com uma saudade imensa e, dizer com a mais pura certeza: “NÓS ÉRAMOS FELIZES E NÃO SABÍAMOS!”
Bernardo Belchior
sábado, 14 de março de 2009
A PREOCUPAÇÃO DO SER HUMANO PELA ASSUSTADORA REALIDADE DE NOSSOS DIAS
Não é normal a avalanche cada vez mais frequente de catastrofes naturais. Em frações de segundos, cidades inteiras são apagadas do mapa. Milhares de vidas desaparecem. Segundo informações do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em Inglês), órgão da ONU, se o aquecimento global continuar se agravando como vem acontecendo, ¼ de todas s espécies de plantas e de animais da Terra poderá ser extinto até 2050.
Esse mesmo órgão assegura que, se todo o gelo da Antártica derretesse, o nível do mar aumentaria aproximadamente 61 m². Aterrador, se levarmos e conta que um aumento de apenas 6 metros faria submergir Londres, Nova York e todas as capitais próximas ao mar.
O ser humano não pode deixar de se inquietar diante de informações como essas. As previsões de fenômenos atmosféricos que ameaçam a segurança do planeta são cada vez mais assustadoras e pessimistas.
Parece que algo saiu de seu eixo. Não é alarmismo. Algo que está fora do controle humano se aproxima. De outro modo, como explicar tantas catástrofes naturais, tanta dor e tanto desespero? Enfim, o que pensar diante de dezenas de inundações, terremotos, furacões, incêndios, vulcões considerados extintos que entram em erupção depois de anos?
Misturando sangue e lágrimas, o ser humano vê pintado diante de si um quadro de terror, desolação e morte.
Por outro lado, também não é normal a confusão existencial que o ser humano tem vivenciado. Ele anda perdido e comete desatinos. Como explicar que pessoas destruam vidas e sonhos com tanta impiedade? Por que o ser humano, a mais inteligente das criaturas, é capaz de realizar barbariés como “Arrastar um menino” de apenas 5 anos, amarrado a um carro até mata-lo, ou seqüestrar criaturas inocentes para humilha-las sexualmente e vender suas fotos ao mundo perverso da pornografia? O que o homem de nossos dias se esconde no misterioso emaranhado de sua mente? Por que algumas vezes ele é fraterno e solidário e, outras vezes tão selvagem e cruel?
Quando um jovem universitário, na flor da vida, dispara indiscriminadamente contra seus companheiros, matando pessoas e sonhos, e, em seguida, põe um ponto final em sua própria vida, é hora de repensar o tempo em que vivemos. Algo anda mal no âmago do coração humano. Parece que o trem da vida saiu dos trilhos e está perigosamente desgovernado, a uma enorme velocidade. Tudo isso é inegável e dolorosamente absurdo. Mas é real.
O que leva os jovens a fazer bilhões de dolares graças ao consumo de drogas e a alimentar com esses dinheiro centenas de outros negócios do submundo do crime? O que tanto buscam e não encontram? Por que se auto destroem?
Todas as incoerentes ações do ser humano têm explicação. Não são perceptíveis à primeira vista, mas têm uma razão. O descontrole de uma natureza enlouquecida, as ações perversas do próprio ser humano, as guerras desgovernadas e sem sentido, a fome e tantas loucuras são apenas o aparente, o que esta na superfície do cenário dos acontecimentos. Mas atrás da cortina dos fatos, algo se aproxima, inexorável, silencioso, com passos firmes.
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
domingo, 14 de dezembro de 2008
Esses Amores Virtuais... Sentimentos Reais?
Ah! Esses Amores Virtuais... Sentimentos Reais?
No inicio tudo não passa de brincadeira, curiosidade... Salas de bate papos (os mesmos papos chatos), em seguida Orkut, depois os mensageiros.
No começo se falavam normalmente, depois se percebe que já estão horas a fio se falando... Todo dia, finais de semana... Surgi a admiração pela inteligência do outro, bom papo, carisma, além de serem engraçados... E assim surgi o “encanto”, a paixão, o amor.
Vivendo em constante experiência e com a internet nos oferecendo um mundo virtual e bastante lúdico, sem exigir engajamentos e compromissos, não pensamos duas vezes em nos aventurar. Surgindo assim várias situações interessantes... E, os “amores virtuais”!
De um lado da tela, uma pessoa apaixonada, do outro lado, haverá sempre um mistério.
De um lado a felicidade em sentir o prazer em estar gostando mesmo que virtualmente, mas é tão real esse meu sentimento... Sentimento é real ou virtual? E vem a dúvida! Será que o outro, estará sentindo a mesma coisa? Ou é apenas mais um a brincar com os sentimentos alheios?
O amor virtual deixa atônita e insegura, a pessoa dita mais experiente; que muitas vezes nega-se a aceitar o que estar acontecendo, mesmo que os seus sentimentos que são bem reais, diga ao contrário.
Como alguém, que só é conhecido no virtual, vira-lhe a cabeça, deixando-o confuso? Como entender esse sentimento que o arrebata como um adolescente?
Será que existe antídoto para essa situação?
Será que é passageiro? Será que esse sentimento virtual é correspondido? Que tipo de pessoa se encontrará do outro lado da tela? Com o encontro real o encanto vai acabar?
Dúvidas... Dúvidas.
A internet também nos proporciona um mundo de possibilidades... É mais um instrumento de encantos e desencantos... Aonde a palavra vem em primeiro lugar, substituindo o velho jogo do amor: olhares, sinais, cheiros, toques, encontrões.
Qualquer desconhecido simpático que tiver habilidades no uso do vernáculo irá se dar bem!
E muitos de nós, nos entregamos sofregamente nessas relações virtuais sem avaliar as conseqüências. A busca pela aventura dita “segura” em chats por idade, sites de classificados, webcams, Orkut, e mails e MSN nos encantam.
Os recursos são inúmeros, não é mais fácil enganar quem está do outro lado do monitor... Mas é sempre bom ficarmos com o pé atrás nessas situações.
Alguém em algum lugar disse:
“Às vezes construímos sonhos em cima de grandes pessoas e
Descobrimos, pequenas demais para torná-las reais que grandes
Não eram os sonhos e as pessoas”.
Se formos analisar a frase pelo lado virtual concordamos com certeza! Existem milhares de pessoas que por serem carentes de afeto, constroem sonhos através de fotos, palavras bem
digitadas em momentos certos nesses mensageiros, e conseguem nos levar a uma paixão arrebatadora sem dúvida.
Mas independente de ser bom ou não, as pessoas continuarão se lançando nessas “aventuras virtuais”. Também vão continuar errando, arrependendo-se e - quem sabe- com sorte, acertando. Essa é a lógica do sexo e do amor.
Compartilhar emoções, sejam elas boas ou ruins, faz parte da vida e, podem nos trazer muitas alegrias e frustrações independente se a relação é virtual ou não!
O que importa não é onde ou como se conhece alguém e sim quando essa pessoa passa a ser parte essencial na nossa vida...
Vai-se dar certo ou não se entrega ao tempo. O que é permanente nessa vida? Como disse o nosso poeta Vinícius de Morais... “Mas que seja eterno enquanto dure”
No inicio tudo não passa de brincadeira, curiosidade... Salas de bate papos (os mesmos papos chatos), em seguida Orkut, depois os mensageiros.
No começo se falavam normalmente, depois se percebe que já estão horas a fio se falando... Todo dia, finais de semana... Surgi a admiração pela inteligência do outro, bom papo, carisma, além de serem engraçados... E assim surgi o “encanto”, a paixão, o amor.
Vivendo em constante experiência e com a internet nos oferecendo um mundo virtual e bastante lúdico, sem exigir engajamentos e compromissos, não pensamos duas vezes em nos aventurar. Surgindo assim várias situações interessantes... E, os “amores virtuais”!
De um lado da tela, uma pessoa apaixonada, do outro lado, haverá sempre um mistério.
De um lado a felicidade em sentir o prazer em estar gostando mesmo que virtualmente, mas é tão real esse meu sentimento... Sentimento é real ou virtual? E vem a dúvida! Será que o outro, estará sentindo a mesma coisa? Ou é apenas mais um a brincar com os sentimentos alheios?
O amor virtual deixa atônita e insegura, a pessoa dita mais experiente; que muitas vezes nega-se a aceitar o que estar acontecendo, mesmo que os seus sentimentos que são bem reais, diga ao contrário.
Como alguém, que só é conhecido no virtual, vira-lhe a cabeça, deixando-o confuso? Como entender esse sentimento que o arrebata como um adolescente?
Será que existe antídoto para essa situação?
Será que é passageiro? Será que esse sentimento virtual é correspondido? Que tipo de pessoa se encontrará do outro lado da tela? Com o encontro real o encanto vai acabar?
Dúvidas... Dúvidas.
A internet também nos proporciona um mundo de possibilidades... É mais um instrumento de encantos e desencantos... Aonde a palavra vem em primeiro lugar, substituindo o velho jogo do amor: olhares, sinais, cheiros, toques, encontrões.
Qualquer desconhecido simpático que tiver habilidades no uso do vernáculo irá se dar bem!
E muitos de nós, nos entregamos sofregamente nessas relações virtuais sem avaliar as conseqüências. A busca pela aventura dita “segura” em chats por idade, sites de classificados, webcams, Orkut, e mails e MSN nos encantam.
Os recursos são inúmeros, não é mais fácil enganar quem está do outro lado do monitor... Mas é sempre bom ficarmos com o pé atrás nessas situações.
Alguém em algum lugar disse:
“Às vezes construímos sonhos em cima de grandes pessoas e
Descobrimos, pequenas demais para torná-las reais que grandes
Não eram os sonhos e as pessoas”.
Se formos analisar a frase pelo lado virtual concordamos com certeza! Existem milhares de pessoas que por serem carentes de afeto, constroem sonhos através de fotos, palavras bem
digitadas em momentos certos nesses mensageiros, e conseguem nos levar a uma paixão arrebatadora sem dúvida.
Mas independente de ser bom ou não, as pessoas continuarão se lançando nessas “aventuras virtuais”. Também vão continuar errando, arrependendo-se e - quem sabe- com sorte, acertando. Essa é a lógica do sexo e do amor.
Compartilhar emoções, sejam elas boas ou ruins, faz parte da vida e, podem nos trazer muitas alegrias e frustrações independente se a relação é virtual ou não!
O que importa não é onde ou como se conhece alguém e sim quando essa pessoa passa a ser parte essencial na nossa vida...
Vai-se dar certo ou não se entrega ao tempo. O que é permanente nessa vida? Como disse o nosso poeta Vinícius de Morais... “Mas que seja eterno enquanto dure”
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Como podemos melhorar nosso relacionamento pessoal?
Seria assim como tentar mudar a nossa imagem pessoal, pois nossas relações tendem a tornar-se um vicio (às vezes ruim) e, na maioria das vezes não notamos que esse ou aquele amigo (a), esta meio afastado de nós e nem sabemos ou não vemos o motivo desse súbito afastamento.
Não importa que tipo de relacionamento nós temos com uma ou outra pessoa, pode até mesmo ser o nosso relacionamento amoroso, que de repente cai na mesmice, não existe mais aquele tesão (qualquer relacionamento é feito de tesão), pois sem tesão pelos amigos, a amizade não pode existir, sem aquela vontade de conversar com aquele amigo (a), não esta tão forte como antes, algo esta havendo, do seu lado ou do dele. O mais chato, é que tentamos descobrir o que é e, nem sempre conseguimos, ficamos apenas nas conjecturas e o relacionamento indo por água abaixo sem que possamos fazer nada para remediar a situação.
Como podemos evitar que nossos relacionamentos sejam afetados por nosso comportamento? Sim, porque às vezes nosso comportamento diante de um amigo (a), da pessoa que se gosta, pode sim ser afetado. Por certo, pensamos que temos muita confiança em nossos relacionamentos, a ponto de agirmos de maneira aquém de como costumamos agir. Às vezes um riso por uma brincadeira que fazemos, não é de fato um riso de satisfação, mas de quem não quer entrar em atrito por não ter se sentido bem diante de tal situação.
Por vezes em residência de “amigos’, sentimo-nos como se fosse a nossa casa, mas não sabemos se o “amigo” quer que nós nos sintamos assim tão a vontade. Por quantas vezes, brincamos com nossos pares (esposos (as), namorados (as)...), sem perceber que estamos indo além do nosso limite em relação ao limite dele (as)?
Podemos pensar que somos sempre bem vindos (sempre somos), mas por acharmos isso, não necessitamos quebrar as regras do bom relacionamento seja ele qual for. Citar casos não vem ao caso, mas quem de nós nunca teve ou tem um “amigo” ou um (a) esposo (a) namorado (a) assim, que gostamos, mas que sempre esta quebrando as regras do bom relacionamento?
Isso vale tanto para eu que levantei essa duvida, quanto para quem quer que seja, pois não estamos livres de ser estarmos sendo inconvenientes com as pessoas com quem nos relacionamos.
Pensem nisso e fiquem alerta às mudanças nos seus pares, quer sejam amores, quer sejam os amigos.
Não importa que tipo de relacionamento nós temos com uma ou outra pessoa, pode até mesmo ser o nosso relacionamento amoroso, que de repente cai na mesmice, não existe mais aquele tesão (qualquer relacionamento é feito de tesão), pois sem tesão pelos amigos, a amizade não pode existir, sem aquela vontade de conversar com aquele amigo (a), não esta tão forte como antes, algo esta havendo, do seu lado ou do dele. O mais chato, é que tentamos descobrir o que é e, nem sempre conseguimos, ficamos apenas nas conjecturas e o relacionamento indo por água abaixo sem que possamos fazer nada para remediar a situação.
Como podemos evitar que nossos relacionamentos sejam afetados por nosso comportamento? Sim, porque às vezes nosso comportamento diante de um amigo (a), da pessoa que se gosta, pode sim ser afetado. Por certo, pensamos que temos muita confiança em nossos relacionamentos, a ponto de agirmos de maneira aquém de como costumamos agir. Às vezes um riso por uma brincadeira que fazemos, não é de fato um riso de satisfação, mas de quem não quer entrar em atrito por não ter se sentido bem diante de tal situação.
Por vezes em residência de “amigos’, sentimo-nos como se fosse a nossa casa, mas não sabemos se o “amigo” quer que nós nos sintamos assim tão a vontade. Por quantas vezes, brincamos com nossos pares (esposos (as), namorados (as)...), sem perceber que estamos indo além do nosso limite em relação ao limite dele (as)?
Podemos pensar que somos sempre bem vindos (sempre somos), mas por acharmos isso, não necessitamos quebrar as regras do bom relacionamento seja ele qual for. Citar casos não vem ao caso, mas quem de nós nunca teve ou tem um “amigo” ou um (a) esposo (a) namorado (a) assim, que gostamos, mas que sempre esta quebrando as regras do bom relacionamento?
Isso vale tanto para eu que levantei essa duvida, quanto para quem quer que seja, pois não estamos livres de ser estarmos sendo inconvenientes com as pessoas com quem nos relacionamos.
Pensem nisso e fiquem alerta às mudanças nos seus pares, quer sejam amores, quer sejam os amigos.
Marcadores:
comportamento
Assinar:
Postagens (Atom)

